Era sábado, dia 22 de janeiro de 2011. Claudia Leite iria dá um show na cidade de Tamandaré em Pernambuco. Combinei com mais três colegas para irmos prestigiar o show. Somos de Japaratinga, cidade interiorana de Alagoas. Uma praia maravilhosa. Então dia 22, às quatro da tarde saímos da cidade com destino a Tamandaré. Quem foi dirigindo foi o Fábio, pois ele não bebe. Eu, Gerson e Júnior fomos tomando um litro de uísque. Confesso que gosto de mulher, transo com mulher, gosto muito de buceta, mas não dispenso uma rola de jeito nenhum. Eu já tinha chupado a super rola do Júnior. Ele sempre gozou na minha boca e uma vez eu engoli toda gala. Uma delícia. Mas o Fábio e o Gerson que me aguardassem. Por muito pelejar, um dia o Gerson me mostrou a cabeça da rola. Linda. Outra vez peguei, mas não vi. Era noite e tava tudo escuro.
Pois bem. Nesse dia tomávamos uísque e falávamos um monte de putaria. Quando de repente, depois da cidade de Barreiros, já perto da entrada da cidade de Tamandaré, o carro parou.

– O que foi? – Perguntei.

– Essa porra deve estar com algum problema – anunciou o Fábio.

O que valeu é que estávamos quase em frente a uma oficina. Estávamos com sorte. Empurramos o corsa até lá. Grande foi a nossa surpresa. A oficina estava fechada. Um rapaz que passava falou que era amigo do dono. E nos levou até lá. O cara falou que aos sábados a oficina só funcionava até o meio-dia. Mas conseguimos convence-lo em nos atender.

Logo estávamos dentro da oficina. O dono era alto, forte, nem magro nem gordo. Barba por fazer. Aparentava ter uns 25 anos. Muito bonitão o cara. Olhei a mala e avistei um volume assustador. Minha pica subiu na mesma hora. O Fábio percebeu quando eu olhava a mala do cara e fez um ar de riso.

Assim que o cara começou a verificar o carro, procurando o problema, eu perguntei onde ficava o banheiro. Ele apontou com os beiços. Eu me dirigi pra lá. Quando estava mijando, o Fábio chegou por trás de mim e começou a roçar o pau na minha bunda. Não resisti e tirei a rola dele da cueca e comecei a chupar. Que rola gostosa. Um cheirinho de sebo me deixou doidão e chupei com mais vontade. Como demorávamos sair do banheiro, O Gerson chegou de repente e foi logo tirando a rola linda pra fora. Chupei com toda a minha vontade.

De repente ouvi a voz grossa do proprietário da oficina:

– Por que vocês estão demorando tanto nesse banheiro? Tão trocando é seus sacanas?

Nesse momento ele e o Júnior entraram no banheiro e me flagraram chupando aquele belo par de pica.

– Não gosto muito de veado, não… Mas vou entrar na farra também – falou o dono da oficina, tirando a chibata da cueca e enfiando na minha boca.

O Júnior, como já falei, é dono de uma rola que parece mais uma lata de refrigerante – podem acreditar -, alisou meus cabelos e começou a esfregar a rola na minha cara. Depois abocanhei sua jeba me engasgando. Foi uma loucura chupar quatro rolas ao mesmo tempo.

– Abre o rabo desse veado que quero ver se ele aguenta essa pica aqui.

Estremeci. O brutamonte era um gigante. Uma rola descomunal tocou minhas pregas traseiras já lambuzadas de cuspe e alargadas pelo cabo de uma chave de fenda que o cara trazia na cintura. Senti a rola me rasgando. Que Delícia. Sentei todo pauzão se esconder no interior do meu cuzinho.

– Que cu apertado, hem bichinha – ele falou.

O cara tirava e botava num vai e vai alucinante. Sem parar. Depois anunciou:

– Aguenta o cu que vou gozar!

E gozou horrores no meu rabo. Limpei toda gala que restou com a língua.

Depois foi a vez do Júnior acabar de me rasgar. Senti a invasão da pica grossona dele que me bombou por uns dez minutos seguidos, e anunciou no meu ouvido:

– Vou gozar gostoso em você, minha putinha.

E gozou gemendo e estremecendo. Que lindo!

Matei minha secura com o Gerson. Chupei o cacete dele logo em seguida por uns cinco minutos. Depois ele se posicionou por trás de mim, enquanto eu me segurava na bacia sanitária e enfiou aquela rola linda, novinha, branquinha, cabeça vermelhinha… Bombou feito um menino no cio e gritou:

– Too gozando, Rômulo. Que cu gostoso.

Depois dei o cu ao Fábio, que depois de lambuza-lo com cuspe introduziu 22 cm de puro nervos. Que rola majestosa!

– Aguenta firme, Rômulo! Teu macho agora vai acabar de te rasgar. Quem manda ter o cu gostoso porra!

Enquanto isso todos assistiam ao espetáculo. O Fábio tirava a pica de uma vez e colocava de uma só vez. Foi quando senti o macho me apertar, a respiração tornou-se mais forte, as estocadas mais rápidas e ele gritando descontroladamente:

– Tô gozando nesse cu, cara. Que delícia!

Eu estava de rola dura e queria gozar também. Então falei:

– Por favor, aguenta um pouquinho, Fábio. Deixa eu gozar sentindo essa rola gostosa no meu rabo!

– Goza sua puta do cu apertado! – disse o dono da oficina me segurando e olhando pra minha pica.

Gozei bastante.

O conserto do carro ficou por conta da orgia no banheiro da oficina. E o dono disse que nos esperava a volta no domingo para repetirmos a dose. Mas essa outra história vai ficar pra depois.

DEI O CU A MEUS AMIGOS E AO DONO DA OFICINA 1


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